Cirurgia do maxilar

Existem três tipos de deformidades na região buco-maxilar: prognatismo, retrognatismo e laterognatismo. No prognatismo o indivíduo possui o queixo ressaltado para a frente. O retrognatismo o queixo fica para trás Já no laterognatismo, a pessoa o possui voltado para um dos lados.  Há também casos de mandíbulas muito altas, o que deixa o aspecto do rosto alongado demais.

Quando o maxilar não se encaixa corretamente ao formato do rosto, muitas vezes os dentes não se encaixam, prejudicam a mastigação e o processo digestivo. Queixas de problemas gástricos, mau hálito e dores de cabeça são comuns.

Através de procedimentos cirúrgicos, pode-se corrigir isso e ter inúmeros benefícios, como melhora da relação entre os dentes, músculos e esqueleto, respiração mais regular, posicionamento da musculatura do pescoço correta, acomodação correta da língua, fonação e articulação das palavras de forma mais precisa.

Esse tipo de procedimento é muito antigo. As primeiras foram realizadas no fim do século 19 com uma técnica rudimentar, feita por fora da boca. Atualmente, métodos modernos possibilitam que a cirurgia seja feita por dentro da boca, sem nenhum corte por fora. Não há marcas visíveis após a cirurgia Não há dor depois da cirurgia, pois o esqueleto é fixado com mini-placas e parafusos de titânio. Isso  permite micromovimentação dos ossos havendo.



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